quinta-feira, 18 de julho de 2019

DA BASE PARA O PROFISSIONAL: A HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO E FOCO DO CENTROAVANTE DO FORTALEZA


‘Superação e foco’. Talvez estas palavras sejam suficientes para descrever a trajetória do centroavante Gustavo Coutinho, 20 anos, um dos artilheiros do Fortaleza no Cearense Sub-20, o jovem atleta jogou esse ano pelo Leão do Pici a 50º Copa São Paulo de Futebol Júnior. Enquanto jogava, ele era observado pelo técnico do time principal, Rogério Ceni, que solicitou que Gustavo passasse a integrar o elenco principal do tricolor cearense.

Mas quem vê o jogador que foi criado no Anaia, em São Gonçalo (RJ), e revelado pelo projeto Estrela Azul não imagina as dificuldades por qual o atleta passou antes de chegar à base do Leão da capital cearense.

“Comecei no Estrela Azul e fui campeão goncalense, em 2012. No ano seguinte, estive no Audax Rio, até chegar ao Botafogo, em 2014 e fiquei até 2017, quando fui dispensado. Após essa passagem fui jogar em Portugal, no Alcanenense, um clube pequeno e cheguei a jogar entre os profissionais na 3ª divisão portuguesa. E no Fortaleza, cheguei no sub-20, em agosto de 2018”, explicou Gustavo, que tem como ídolo em sua posição, os atacantes Ronaldo Fenômeno, Ricardo Oliveira (Atlético-MG) e o polonês Robert Lewandowski (Bayern de Munique).

Além de sua trajetória dentro de campo, o jogador foi pai cedo, aos 15 anos e apesar da grande responsabilidade em paralelo ao futebol, persistiu e não abriu mão da carreira.

“Meu filho se chama João Miguel e tem 5 anos, quando ele nasceu, eu tinha ingressado ao Botafogo. Mas em momento nenhum, pensei em desistir. Muito pelo contrário. Tive mais força para lutar pelo meu sonho”, contou o tricolor que revelou que gostaria de usar o número 26 (em alusão ao dia de nascimento de seu pequeno herdeiro).

Fonte: Jornal O São Gonçalo

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