segunda-feira, 30 de setembro de 2019

FRASE DE INSPIRAÇÃO DA SEMANA DO GRANDE GEROMEL, ATLETA DO GRÊMIO (RS)


domingo, 29 de setembro de 2019

FIFA THE BEST: MÃE PALMEIRENSE VENCE PRÊMIO “TORCEDOR DO ANO” E EMOCIONA PERSONALIDADES DO FUTEBOL


A palmeirense Silvia Grecco venceu o prêmio Fifa Fan Award na ultima segunda (23), na premiação The Best Fifa ocorrida em Milão, na Itália. A brasileira conquistou a honraria dedicada a torcedores por levar seu filho Nickollas, deficiente visual, aos jogos do Alviverde e narrar todos os lances para o garoto de doze anos.

Silvia e Nickollas são presenças garantidas nos jogos do Allianz Parque e do Pacaembu e tiveram sua história notada no início do ano. Em discurso na Fifa, a história arrancou lágrimas de atletas, treinadores e outros personalidades.

"Eu gostaria de compartilhar este prêmio com o senhor Justo Sánchez, que também tem uma linda história de amor com o filho dele. Nikollas, aqui na frente estão muitas pessoas, muitos jogadores, muitos ídolos, estamos aqui representando nosso time, Palmeiras, e todos os torcedores do Brasil e do mundo, todos aqueles que torcem pela pessoa com deficiência", disse Silvia em seu discurso.

A brasileira recebeu o prêmio das mãos do ídolo italiano Andrea Pirlo. Na categoria, um torcedor uruguaio, Justo Sánchez, que passou a frequentar a arquibancada do time rival devido a morte do filho torcedor em acidente de carro, e a torcida da seleção holandesa feminina, também concorreram.

Entrega do Prêmio e o discurso da mãe do torcedor do Palmeiras  que emocionou atletas, treinadores e outros personalidades:




sábado, 28 de setembro de 2019

PAPO R14: RAFAEL FAGIANI, O CEARENSE QUE FOI ESTUDAR NOS EUA, VIROU JOGADOR E HOJE É SALES MANAGER EM GRANDE EMPRESA AMERICANA


Não é incomum o desejo de morar, estudar e trabalhar fora do país em uma situação que te deixe próximo de suas paixões, ainda mais se for nos Estados Unidos, destino preferido dos turistas e o maior mercado esportivo do mundo. Um desses casos é o do brasileiro Rafael Fagiani, nascido em Fortaleza que foi estudar nos Estados Unidos, se tornou jogador e hoje é Sales Manager de uma grande empresa norte americana.


Como jogador registrou números impressionantes dentro de campo e se tornou um dos poucos brasileiros a conquistar entre 2011 a 2013 os títulos de Campeão do Estado, Campeão do Distrito e acessos aos nacionais no futebol universitário pela Universidade Iowa Western Community College que fica no norte dos EUA.


O sucesso na equipe de futebol da Universidade lhe deu bolsa integral para estudar administração na Universidade do Alabama, chegou a jogar a 2ª Divisão Profissional da Liga Norte-Americana de Futebol, a NASL (North American Soccer League).


Rafael mora na Florida e está casado com a americana Rebekah Kay Fagiani que é professora e treinadora. Formado em Administração de empresas pela Universidade de Iowa, ele está se especializando em Comércio Exterior por uma Universidade na Florida.


BATE BOLA COM RAFAEL FAGIANI:

Como foi o processo para você ir estudar e jogar nos EUA?

Eu estava no Brasil bem frustrado com o futebol e ouvi falar de um amigo que iria participar de um processo seletivo para estudar e jogar futebol nos EUA. Eu não estava muito interessado, mas sempre tive pessoas ao meu lado que acreditavam no meu potencial como, minha família e o professor Ronaldo Lima, que na época tinha o projeto atleta nota 10. Minha mãe me convenceu a fazer uma seletiva no Rio de Janeiro. Fui muito bem nos jogos, o que despertou o interesse de 9 universidades americanas. A partir dai, cresceu a vontade da minha parte, tranquei a faculdade e me dediquei 1 ano somente ao inglês, pois teria que ir bem nos testes. Depois de fazer as provas, tomei a opção por uma universidade em Iowa, Norte dos EUA, pelo fato de a estrutura da universidade ser muito boa e o time de futebol estava em ascendência.


Quais as dificuldades encontradas e superadas nesse período de estudo e trabalho nos EUA?

Primeiro queria ressaltar Deus. Sem ele eu não teria chegado aqui nem continuado, ele fez coisas tremendas e milagres enquanto estava nos EUA que eu poderia ate escrever um livro sobre isso. Quando cheguei nos EUA, vi que teria que me esforçar muito. A comida era diferente, e a cultura também. Na época tinha uma namorada que na verdade era uma pessoa maravilhosa, mas a saudade de tudo, so fazia dificultar mais ainda. O clima era bem quente e seco, pois era o fim do verão, e já no inverno muito frio. Mas no fim de tudo, eu estava em impressionado com toda a estrutura e suporte que eles me deram. Quando ao futebol, infelizmente me machuquei na pré-temporada, desapontando muito meu treinador. Essa lesão me fez querer desistir, pois quando me recuperei não estava tendo chance e tinha que recuperar a confiança. Nessa época minha família foi muito importante, porque tudo que eu queria era voltar para o Brasil. As palavras de encorajamento me fortaleceram muito. Para resumir, consegui minha vaga no time de volta, tive a oportunidade de marcar um dos gols mais importantes que levou minha equipe aos nacionais, e ter um ano maravilhoso aonde colecionei títulos na primeira temporada. No meu segundo semestre eu decidi me mudar para um prédio da faculdade aonde não tinha brasileiros, pois lá poderia trabalhar e melhorar meu inglês. Depois do meu primeiro ano, surgiu interesse de outra Universidade no Alabama, aonde consegui bolsa de 100% e ajudar meus pais financeiramente.


O que ti levou a abrir do esporte e se dedicar totalmente ao teu trabalho?

Aqui nos EUA você tem várias oportunidades, tanto profissionalmente quanto no esporte. Depois dos meus 4 anos eu tinha como objetivo de dar um tempo no futebol e crescer profissionalmente. Tive a oportunidade de jogar divisões menores, mas meu foco estava no trabalho e não queria mais arriscar porque eu estava prestes a casar. O futebol me deu tudo aqui, mas vi que era hora de investir em uma outra área da minha vida que eu tinha certeza que iria ser melhor para mim e para minha família.

Qual a importância da sua família no teu processo de crescimento pessoal e profissional?

Quando falei para minha família que iria focar no meu trabalho, eles me apoiaram completamente. Minha esposa, que conheci na faculdade, foi uma das pessoas que mais me ajudou e me apoiou em minhas decisões. Hoje meu inglês e fluente e estou muito satisfeito com as decisões que tomei.


Hoje está mais fácil o garoto ir estudar e jogar nos EUA do que na sua época?

Hoje existem muitas empresas que ajudam garotos a vir estudar e jogar aqui nos EUA. Com certeza está mais fácil, mas tudo vai depender de você mesmo, como vai lidar com a cultura, tem também o financeiro que pesa muito, ate mesmo pelo fato de o dólar este bem alto, mas no final de tudo, informação é o que não falta, então depende do seu esforço. Mas eu diria que os principais seriam, foco no esporte e na língua.


Quais os requisitos que o garoto brasileiro precisa para estudar e jogar numa grande universidade americana?

Existem vários requisitos quanto ao futebol. O futebol nos EUA cresceu muito, e aquela mentalidade de que o Brasileiro vai chegar aqui já jogando não existe mais. Existem varias universidades de baixo nível que aceitam qualquer jogador, mas uma de bom conceito o atleta tem ser muito focado fisicamente e tecnicamente e ter um bom inglês.


sexta-feira, 27 de setembro de 2019

FORTALEZA RECEBERÁ III SIMPÓSIO DE GOVERNANÇA EM ORGANIZAÇÕES DO ESPORTE NO DIA 25 DE OUTUBRO NO IFCE


O campus de Fortaleza do IFCE sediará, no próximo dia 25 de outubro, o III Simpósio de Governança em Organizações do Esporte. O evento, aberto ao público, está com inscrições abertas gratuitamente até o dia 20/10, por meio do preenchimento do formulário eletrônico.

O objetivo do evento é capacitar tecnicamente os gestores esportivos com as melhores ferramentas de governança no esporte desenvolvidas, aplicadas e reconhecidas nacionalmente e internacionalmente.

O Simpósio é uma realização do Instituto Federal do Ceará em parceria com a Universidade Federal do Paraná (UFPR), o Grupo de Estudos em Cultura, Esporte e Lazer (GECEL), Inteligência Esportiva (IE), a Secretaria Especial do Esporte, Ministério da Cidadania e Governo Federal.

Confira no link a programação completa e faça a sua Inscrição:

Fonte: IFCE

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

CEARÁ E TIANGUÁ FAZEM A FINAL DO TORNEIO DE DESENVOLVIMENTO DO FUTEBOL FEMININO SUB-20


A Federação Cearense de Futebol (FCF) divulgou que a partida entre Ceará e Tianguá válido pela grande final do Torneio de Desenvolvimento do Futebol Feminino Sub-20 será no próximo domingo (29) às 15h30, no Estádio Elzir Cabral.

O time comandado por Sérgio Alves já fez seis jogos na competição e tem o melhor ataque, com 25 gols marcados, e a melhor defesa, com apenas um gol sofrido. Já o Tianguá que tem no comando o experiente Demair Lima soma quatro vitórias, uma derrota e um empate, saldo de dois gols, marcando 11 e sofrendo 9.

Participando pela primeira de uma competição feminina chancelada pela FCF, de forma heróica o jovem time do Tianguá Esporte Clube (TEC) chega à final com seus méritos e é formado por jogadoras do próprio município e da região da Serra da Ibiapaba. Parabéns a comissão técnica, a diretoria, as atletas e os colaboradores que acreditaram nesse projeto.

Foto: Pedro Chaves

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

GAROTO JATIENSE DE 12 ANOS DESPONTA COMO PROMESSA NA REGIÃO DO CARIRI


Com faro de gol, o cearense da cidade Jati, Juan Carlos de 12 anos, desponta como uma promessa na Escolinha Revelação. Ele foi artilheiro a poucos dias da 2ª Copa Passe Certo com 9 gols que foi realizada em Juazeiro do Norte e também o principal goleador do Torneio de Páscoa realizado em Jati.

Ambidestro, o atacante de apenas 12 anos é daqueles que atua com muita habilidade e velocidade, goleador e ousado nos dribles com um talento incrível com a bola nos pés.

O jovem atacante é uma das jóias do Projeto Revelação que vem sendo lapidada e trabalhada pelos treinadores Casão Dantas e Cristiano Dantas e que já desperta o interesse de grandes clubes cearenses e de fora também. O pequeno artilheiro já tem até o momento quase 30 gols marcados em competições oficiais.

Numa avaliação que teve na cidade do Club Athletico Paranaense foi um dos selecionados pelo Observador Técnico Magno Morais.

Juan é um menino dedicado e atencioso que sonha vencer no futebol para poder ajudar e dar uma condição melhor de vida a sua família, mas para isso treina forte toda semana, tendo que se deslocar em média 18 km todos os dias de treino em estrada carroçável, mas jamais deixou de faltar aos treinos.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

GAROTO SOBREVIVENTE DE TSUNAMI QUE FOI AJUDADO POR CRISTIANO RONALDO REALIZA SONHO AO SER CONTRATADO PELO SPORTING DE PORTUGAL


Cristiano Ronaldo é considerado um dos melhores jogadores de futebol do mundo. Ele venceu cinco vezes o prêmio Bola de Ouro, é o artilheiro da história do Real Madri (atualmente joga na Juventus) e é o maior artilheiro da Liga dos Campeões da Europa. O atacante é autor de outra conquista que nasceu longe dos estádios e pode ter um futuro dentro deles: em 2004, ele começou a ajudar um garoto que perdeu quase toda a sua família em um tsunami na Indonésia.

Martunis pode ser um nome estranho nos dias de hoje, mas há quase 15 anos promoveu uma das cenas mais impactantes do devastador tsunami no Oceano Índico. O menino viveu uma tormenta que poucos resistiriam. Sobreviveu após 21 dias lutando sozinho contra os rastros de desastre que o tsunami deixou no sudeste asiático, em dezembro de 2004. Curiosamente, com uma camisa da seleção portuguesa, o que ajudou a mudar a sua história.

A imagem correu o mundo e chegou a Cristiano Ronaldo, que se solidarizou com a situação e foi até a Indonésia conhecer Martunis. A imprensa logo afirmou que Martunis era o "filho adotivo" do então jogador do Manchester United.

Mais que um sonho, uma prova de superação. O garoto cresceu e em 2015 foi contratado pelo Sporting de Portugal, o mesmo clube que revelou o astro Cristiano Ronaldo para o mundo.

Pode até ser que Martunis nunca se torne jogador profissional, ou que não vista a camisa do time principal do Sporting. Será o de menos. O que mais vale é a sua valentia. E, em especial, a nova prova da força que o futebol tem para transformar vidas.