quinta-feira, 7 de maio de 2020

A HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO E AMOR AO ESPORTE DO JOGADOR CAPIXABA DARCIANO MENDONÇA


Vamos conhecer a história do jogador capixaba Darciano Mendonça que mudou por completo por conta de um acidente, mas com fé e amor ao esporte, passou por cima das dificuldades e é exemplo de superação para muita gente.

Darciano, 30 anos, é atleta de futebol já tendo atuado por diversos clubes do distrito de Pancas (Espírito Santo), sua cidade natal. Um acidente mudaria sua vida por completo, mas jamais a sua vontade de viver e sonhar.

Em janeiro de 2015, quando tinha apenas 25 anos, ele sofreu um grave acidente de carro e foi obrigado a amputar seu braço esquerdo. Darciano superou todos os obstáculos e voltou aos campos menos de 8 meses depois do acidente, seu retorno foi triunfal com o titulo de campeão do Campeonato Society jogando pelo Nilton Sá, e recebendo o prêmio de segundo melhor jogador do torneio.

Darciano é um grande exemplo de superação dentro e fora dos campos, e mostra que não há obstáculo que possa parar os seus sonhos. Não se acha diferente de ninguém, não sofre preconceitos e é muito querido pela população de Pancas. “A vida de qualquer objetivo consiste na persistência, a morte de qualquer sonho se chama desistência”, finaliza o craque capixaba.

Fonte: Futebol e Notícias

quarta-feira, 6 de maio de 2020

PAPO R14: O CEARENSE ALVARO MARTINS É MESTRE EM TREINO DE ALTO RENDIMENTO, UMA DAS GRANDES REVELAÇÕES DA NOVA SAFRA DE TREINADORES DO FUTEBOL


Treinar qualquer time de futebol é difícil. Seja ele time grande, pequeno, com muita ou pouca torcida sempre há grande pressão de dirigentes, torcedores, mídia e, às vezes, até de familiares. Álvaro Martins, 28 anos, é uma das grandes revelações da nova safra de treinadores do futebol cearense.


Álvaro Martins é formado em Ciências do Desporto pela FADEUP (Portugal) e Mestre em Treino de Alto Rendimento pela FMH-UL (Portugal), com passagens pelo União (CE), Tiradentes (CE), Ceará (CE) e atualmente no Floresta (CE) o jovem treinador tem feito grandes trabalhos e campanhas por onde passou, sempre conquistando títulos e revelando bons jogadores.


Sua melhor fase foi quando esteve a frente do Sub-15 do Ceará Sporting Club em quase 2 anos de trabalho, conquistando praticamente tudo das 9 competições disputadas, perdendo apenas 2 delas na grande final.


Atualmente, Álvaro se encontra no comando da equipe Sub-20 do Floresta, onde trabalha com  o coordenador de bases Reginaldo França, assim que chegou, ambos traçaram um plano para captar e desenvolver jogadores para montagem de uma equipe que vai enfrentar grandes desafios nas competições que irão disputar.

BATE BOLA COM ÁLVARO MARTINS:

Fala um pouco sobre sua formação e a trajetória no futebol. E como surgiu o convite para trabalhar no Sub-20 do Floresta?

AM: Quando eu saí de Fortaleza pra estudar bacharelado em esporte na USP e lá conheci o Bruno Pivetti, que trabalhava no PAEC, que depois veio a se tornar o Audax. O Bruno Pivetti também tinha estudado na USP e ele me recomendou que eu fosse para o Porto por um Intercâmbio lá da faculdade e consegui esse intercâmbio. Fui pro Porto, morei 3 anos onde transferir a faculdade pra lá e me graduei em ciência do Desporto. Quando eu acabei essa graduação fui fazer o meu mestrado na Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa, que é a mesma Universidade que o José Mourinho se formou e comanda uma pós graduação. Defendi minha dissertação em 2019 e em seguida retornei para o Brasil, aqui para Fortaleza. Tive uma passagem rápida pelo União que me deu primeira oportunidade como treinador do Sub-15, pelo Tiradentes como supervisor e depois como analista do Ceará em 2017, nesse ano trabalhei o ano inteiro como analista. E comecei 2018 como treinador do Sub-15, passei o ano todo e também 2019 como treinador dessa categoria. E no começo deste ano eu optei por me desligar do Ceará, tinha outros planos, na verdade o meu plano A era procurar uma vaga num time da Série A na base, mas surgiu o contato do Floresta já no primeiro dia pra assumir o Sub-20 e ser auxiliar do profissional também, dependendo das circunstâncias, e eu optei por isso logo de cara, voltando a trabalhar poucos dias depois de ter me desligado do Ceará.

Você é formado em Ciências do Desporto e Mestre em Treino de Alto Rendimento por faculdades portuguesas, quais as diferenças da metodologia de ensino aplicada lá para a nossa aqui no Brasil?

AM: As metodologias de ensino vamos dizer, que elas são universais, porque o conhecimento ele é público ou grande parte do conhecimento é público. Qualquer pessoa poderia aprendê-la. Agora eles começaram mais cedo a ter uma noção do que é treinar em função do que você quer desempenhar no jogo, tanto que Jose Mourinho foi um expoente grande do futebol antes do Pep Guardiola. No começo dos anos 2000, o Mourinho revolucionou bastante o futebol. Não sei se consigo dizer tanto em relação a forma de jogar, mas com certeza de se defender e principalmente, a forma de treinar e Portugal teve acesso a isso muito cedo.  Em Portugal já se tem contato com isso há muito tempo, e aqui a gente demorou um pouco pra ter esse contato. Mas acredito que já alguns treinadores já fazem essa idéia a bastante tempo e com certeza, todos os treinadores top no Brasil trabalham dessa forma. Só que aí tem variações, tem gente que vai dizer que trabalha mais baseado na periodização tática e outros vão dizer que utilizam outros métodos, mas o fato é que o futebol já está muito tempo, inclusive no Brasil trabalhando segundo uma visão sistêmica e que essa é a grande jogada. Cada um vai ter as suas características próprias, mas são todas trabalhadas dentro de uma visão sistêmica e nesse sentido está muito parecido. Diria que as grandes diferenças têm mais relação das questões de mentalidade, de cultura, de dedicação.


Como a formação dos técnicos de futebol no Brasil está em relação à formação no exterior?

AM: Em relação a formação dos técnicos, quem tem acesso às informações de top no Brasil está tão bem formado quanto em Portugal, mas com relação aos outros países da Europa não tenho essas informações. Infelizmente, nem todos os profissionais tem acessos as informações e capacitações da CBF, UFV-MG, USP-SP, UNICAMP e UFRGS queira ou não o Brasil é um país muito extenso e tem uma série de faculdades públicas e privadas. E falando de forma geral, as faculdades públicas e privadas do Brasil, ao tratar de futebol estão muito atrás das de Portugal, mas quando a gente fala de casos específicos, onde as coisas tão muito bem desenvolvidas, a formação é tão boa quanto como eu tinha falado na UFV-MG, nos cursos da CBF, na pós-graduação de Viçosa, sendo que lá em Portugal praticamente todas as universidades, seja em Lisboa, seja no Porto tem núcleos de futebol muito forte em todas as faculdades de educação física e esporte, e aqui ainda não é uma realidade no Norte, no Nordeste e em uma série de lugares pelo centro do país.


Qual tua referencia de treinador para a tua carreira?

AM: Eu tenho vários, mas são de âmbitos diferentes. Gosto muito da trajetória do Tiago Nunes, a forma como ele vê o futebol e com as equipes dele jogam. Gosto bastante do Guardiola por mais seja clichê, é um cara que trouxe muita coisa nova e uma forma de jogar, José Mourinho pela capacidade vitoriosa e pelo lado humano, mas o treinador que eu acho que realmente é um fenômeno em todos os sentidos do que o treinador deve ser em termos de cobrança, de mudança de cultura, de adaptação, de utilizar a psicologia de treino, para mim, um dos tops é o Bernardinho, não é do mesmo esporte, mas tem competências semelhantes e é uma grande referência.

No profissional a vida de treinador não é fácil, sabe-se que existe uma pressão muita grande tanto dos dirigentes quanto dos empresários. Na base existe isso também e como lidar com tudo isso?

AM: O futebol sempre tem pressão e há influências de empresários, mas nunca senti tanto. Eu sinto mais a influência dos empresários quando eles pegam o jogador e levam pra outro canto. Agora, me falar pra jogar ou fazer uma oferta pra eu dar prioridade pra um jogador nunca aconteceu comigo e também se acontecesse não iria aceitaria. Iria fazer as coisas baseadas nas minhas idéias, portanto, não sinto essa pressão. De dirigentes recebi pouquíssima pressão tanto no Ceará quanto agora no Floresta, acho que isso é uma coisa que se nota mais em contextos que as pessoas estão acima da expectativa, por exemplo, imagina eu com a minha idade fosse para o profissional do Corinthians, ia sentir uma pressão tremenda, porque estaria muito acima da expectativa do que eu deveria estar, mas se estou no lugar que realmente é um lugar que eu mereço, eu não sei se eu sinto tanta pressão de fora. Eu acho que eu sinto mais a pressão de dentro, de querer me tornar melhor e aproveitar aquele tempo pra crescer e subir um degrau, estar sempre me adaptando àquela situação. Se a pessoa sai muito do contexto ali do que ela está preparada, ela acabará sentindo mais a pressão.

Em sua opinião, existe um perfil de liderança ideal para o técnico de futebol?

AM: Não acredito que exista perfil da liderança ideal da mesma forma como eu não acredito que existam perfis, ideais ou perfis perfeitos de jogadores pra posições. A gente pode discutir se o goleiro tem que ser fantástico com os pés, ou se deve ser muito alto, a gente pode discutir se todo lateral que for jogar tem que ser muito alto e forte ou ser um cara mais técnico. A gente vai discutir se o camisa 9 tem que ser um cara extremamente goleador e pouco móvel ou com mais movimentação. Então o futebol extremamente democrático nesse sentido e eu também acredito que seja democrático no sentido da liderança do treinador.

Em 2019 você esteve a frente do Sub-15 do Ceará onde fez um grande trabalho conquistando títulos importantes e com números expressivos nunca vistos nessa categoria. Qual o segredo e métodos utilizados para tamanho sucesso das conquistas e de tantos resultados positivos?

AM: Futebol não tem segredo, quando fui ao Barcelona em 2013, eu acreditava que eu estava indo pra lá pra ver o segredo para pegar o Santo Graal do futebol em termos de treino. E quando eu cheguei lá, na verdade, eu vi que o que eles fazem é, entre aspas, normal, talvez para começo dos anos 2000 não fosse e eles colheram os frutos ali no em 2008/2009, mas já depois de 2010, eu acredito que eles já não faziam nada de extraordinário em termos de treino, e da mesma forma, eu não acho que a gente fazia, em 2019, nada de fenomenal em termos de treino. O que realmente era muito bom, era focar na qualidade dos nossos jogadores, acreditar que eles podiam melhorar muito nos treinos, fomentar muito a liberdade, autonomia e a responsabilidade dos jogadores no sentido de que eles podem ser livres o quanto quiserem, desde que cumpram com uma série de critérios e obrigações. A gente soube escolher os melhores dentro daquela geração, nós tínhamos jogadores fantásticos, acho que na cidade inteira, pouquíssimos jogadores poderiam entrar naquele grupo. Um trabalho unido e psicologicamente forte, uma comissão técnica voltada pra isso, coordenação aceitando e gostando do processo.  Não tem segredo, o bom e velho trabalho duro, o trabalho certo e focado, dando autonomia e liberdade com protagonismo aos jogadores.


Comenta um pouco das suas conquistas e o legado deixado nos clubes aonde trabalhou.

AM: Temos algumas conquistas ali no Ceará, se eu não me engano, jogamos nesses dois anos de sub-15, entre 8 a 9 campeonatos e só deixando de ganhar 2 que infelizmente foram estaduais. Mas nesse sentido de conquista de vitória foi legal. Legado no sentido de metodologias, critérios e regras, não deixamos, até porque não faz sentido o treinador do sub-15 deixar isso, são questões que vem de cima. Mas eu acho que a gente conseguiu deixar de principal legado foi a questão dos jogadores.  A gente montou bons grupos e o objetivo do trabalho da formação é esse: passar para o próximo treinador, bons jogadores, jogadores que serão úteis para o clube num futuro de médio e longo prazo e também a curto prazo. Já na próxima categoria. Jogadores com a mentalidade forte, jogadores de qualidade, jogadores com contato humano, com a relação legal de união e parceria.

Como o mercado do futebol vê os profissionais que querem ingressar nessa área, mas que nãoatuaram como atletas profissionais?

AM: Eu trabalhei com o Mazinho Patrão e com Armando no Ceará e agora com o Fred e o Reginaldo no Floresta, mas nunca senti nenhum tipo de discriminação por eu não ter jogado profissionalmente. Eu acho que se eu tivesse jogado seria uma experiência a mais que eu poderia usufruir para fazer melhor o meu trabalho. Não acredito que nenhum desses meus coordenadores me olharam com uma má impressão por eu não ter sido jogador profissional.

Fotos: Arquivo Pessoal / Ronaldo Oliveira

terça-feira, 5 de maio de 2020

A HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO DE MICHAEL: DAS DIFICULDADES NA VIDA E NA VÁRZEA ATÉ CHEGAR AO FLAMENGO


Não é todo o dia em que ouvimos uma história de superação que inspira, que emociona, que faz querer contar para todos a nossa volta ou quão incrível é essa história.

A história de superação de Michael ganhou mais um belíssimo capítulo em 2020. Da várzea para o gramado do Maracanã. Do Mato Grosso para o Rio de Janeiro, no Clube de Regatas do Flamengo. No entanto, não é só o crescimento profissional que gera orgulho ao novo atacante do melhor time da América, mas, também, a dedicação.

Michael de Oliveira, ou simplesmente, Michael, atacante de 24 anos que hoje atua pelo Flamengo, teve uma forte e difícil história para chegar ao topo. Sem atuar por divisões de base, o atleta convivia numa difícil realidade, e acabou entrando no mundo das drogas, conheceu o mundo do crime, mas logo percebeu que a verdade tinha nascido para o futebol.

Recebendo cerca 20 reais por partida, o atacante lutou muito para conquistar espaço em algum clube, e se destacou nas últimas duas temporadas pelo Goiás e nessa janela de transferências foi comprado pelo Flamengo, se tornando uma das maiores contratações do rubro-negro e atuando constantemente pelo atual campeão da Libertadores.

Hoje, livre das drogas e do tráfico, Michael é considerado um dos melhores jogadores em atividade no Brasil, e mostra como é preciso acreditar em seus sonhos para que eles se tornem realidade!

Michael usou sua história de vida para incentivar novos profissionais a não desistirem de seus sonhos: “para ser um profissional de alto nível, em qualquer profissão, você precisa se qualificar, trabalhar bastante e aprender a ouvir não. Mas que o ‘não’ possa servir como trampolim”. E completou: “falo para as crianças de hoje nunca deixarem de sonhar, pois tudo é possível”.

Fonte: Coluna do Fla

Foto: Alexandre Vidal/Flamengo

segunda-feira, 4 de maio de 2020

FRASE DE INSPIRAÇÃO DA SEMANA DA GRANDE ANA HICKMANN, MODELO, EMPRESÁRIA E APRESENTADORA DA RECORDTV


domingo, 3 de maio de 2020

JOVEM AUTISTA DÁ GRANDE LIÇÃO, ROMPE PRECONCEITO E SE FORMA EM MEDICINA


Enã Rezende, um jovem autista de 27 anos, conhece bem as dificuldades de conviver com o autismo. Em 2019 se formou em medicina pela Universidade de Cuiabá (Unic), no Mato Grosso. Enã é autista e cresceu com dificuldade de desenvolver a fala e a interação com as pessoas à sua volta.

O sonho de ser médico surgiu aos 10 anos de idade, depois que ele perdeu o pai em um acidente automobilístico. O fato de ser autista fez a trajetória de Enã ser marcada por rejeições e preconceitos, mas nada disso impediu o jovem de vencer todas as barreiras e se formar em medicina.

Dessa forma, durante os anos na universidade, a principalmente dificuldade de Enã era o de ter contato com os pacientes, devido à dificuldade de olhar nos olhos, só que com o tempo o cenário foi se revertendo. Ele não sofreu obstáculos na aprendizagem, tanto que não foi reprovado em nenhuma disciplina.

No mesmo ano que se formou já no mês de fevereiro ele começou a trabalhar em uma unidade do Exército em Rondonópolis. Para este ano de 2020 pretende se especializar em neurologia.

Fonte: Revista Educação

Foto: Emanoele Daiane

sábado, 2 de maio de 2020

UMA CURTA HISTÓRIA DE FRACASSO E SUPERAÇÃO – THALÍA


Ariadna Thalía Sodi Miranda, ou simplesmente Thalía, é uma cantora, compositora, apresentadora, escritora, atriz, estilista e empresária mexicana. Seu segundo nome, pelo qual é conhecida mundialmente, foi escolhido por sua mãe para homenagear uma das nove musas gregas, Tália.

Thalía fala, e já cantou em cinco idiomas (Espanhol, Inglês, Francês, Português e Tagalo). Ela é a primeira e única mexicana a ter uma estrela na calçada da fama de Hollywood. No mundo latino, é conhecida como a rainha do pop latino, rainha das telenovelas.

Thalía é a mais nova de cinco irmãs, perdeu seu pai com apenas 5 anos, e pós a perda, ficou reclusa por um ano, até que sua mãe lhe disse o que ela já sabia. Parece que a confirmação da mãe foi o que a garota precisava pra voltar a ser a criança feliz que sempre fora;

Thalía tinha planos de se tornar uma ginasta olímpica. Entretanto, segundo a rede de televisão Univision, seu desejo era ser bióloga ou psicóloga.

Acontece que sua irmã mais velha trabalhava diariamente no teatro e isso acabou definindo o desejo da pequena de atuar.

Gravou também diversas novelas pela rede de TV mexicana Televisa. Dentre as mais conhecidas pelo público brasileiro, estão às tramas de “Maria Mercedes”, “Marimar”, “Maria do Bairro” e “Rosalinda”. Suas novelas foram vistas, segundo pesquisa da Televisa, por inacreditáveis mais de 1 bilhão de pessoas por todo o mundo.

Thalía é um ícone latino. Suas vendas ultrapassam 30 milhões de cópias em um total de 16 discos lançados.

Thalía participa e organiza várias ações filantrópicas nos EUA e no México, tem mantido seu nome e imagem veiculados a vários produtos, como roupas, relógios, perfumes, óculos, chocolates tendo um dos maiores faturamentos do mundo com mais de 100 milhões de dólares ao ano, ainda um livro que vendeu mais de 900 mil exemplares, sendo o livro mais vendido dos EUA de não-ficção cientifica por algumas semanas.

Foto: Reprodução

sexta-feira, 1 de maio de 2020

FERNANDO MELIGENI LANÇA O FINO DO TÊNIS, CURSO ONLINE COM ENSINAMENTOS PRÁTICOS DE UM CAMPEÃO


Para os amantes de tênis, o ex-tenista profissional Fernando Meligeni, o Fininho, lança o curso online “O fino do tênis”, essa é a sua chance de aprender tudo sobre os fundamentos do tênis com um dos maiores tenistas brasileiros.

Em 133 episódios, divididos em 11 capítulos (10 de fundamentos + 1 estratégia e experiência), Fernando Meligeni, o Fino, ensina os fundamentos do tênis com aplicações práticas para maximizar o controle, a potência e a precisão dos seus golpes.

O Fino do Tênis é para tenistas de todos os níveis e você escolhe o seu nível de tênis, em lives que ficam gravadas pra você rever quantas vezes quiser, Meligeni conversa com os alunos de cada turma. Aprenda diretamente com seu ídolo a dominar o jogo. Vagas limitadas por turma.

Fernando Meligeni dedica mais de 40 anos da sua vida ao tênis. É um dos principais tenistas do Brasil e acumula títulos. Ficou em 25º no ranking de melhores tenistas do mundo em 1999 após disputar a semifinal de Roland Garros. Foi dez vezes campeão de torneios ATP, ganhou o ouro no Pan-Americano de Santo Domingo, conquistou o quarto lugar na Olimpíada de Atlanta e é até hoje o tenista brasileiro com a melhor posição na história da competição.

Complementação da Criação da Arte: Ronaldo Lima / @ronaldolima.14

Mais Informações e Inscrições: https://proxperience.com.br/